Veja Rio: Resenha de Versão Brasileira Möeller e Botelho — 25 Anos de Musicais

Os 25 anos da dupla Möeller & Botelho ganham celebração no adorável musical de bolso.

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Em 1990, sete anos antes de assinarem a primeira montagem como uma dupla, Charles Möeller e Claudio Botelho trabalharam em Hello, Gershwin, dirigido por Marco Nanini — o primeiro respondia por cenário e figurinos, o segundo estava em cena. Os 25 anos a partir daquela data ganham celebração no adorável musical de bolso. Sob direção de Möeller, dividem o palco o próprio Botelho e Malu Rodrigues, cria da dupla, com quem debutou nos musicais em A Noviça Rebelde (2008). Trata-se de uma comemoração altamente convidativa em sua informalidade, como se os dois — escoltados pelos ótimos Marcelo Castro (piano), Thiago Trajano (violões) e Edgar Duvivier (sopros) — recebessem a plateia na sala de estar, sugerida no cenário. Botelho, como de hábito, revela pleno entendimento de cada uma das letras que canta, notável na interpretação das canções. Além disso, exibe carisma e traquejo de um autêntico showman. Malu, como sempre, é um bálsamo para olhos e ouvidos. Os dois defendem canções de montagens dos diretores, como A Noviça Rebelde, Avenida Q, O Despertar da Primavera e O Mágico de Oz, além de versões que ele escreveu para produções de outros profissionais, como Les Misérables.‪

Por Rafael Teixeira - Veja Rio: 21/11/2015.

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